Lekagens
O surreal encontra o punk – (não) review de Deadly Premonition
05/13/2013 | Heitor De Paola | 6 CommentsEu publiquei o texto abaixo originalmente em 2010, no Gamerview. Na época, focado em fazer reviews de forma mais tradicional, Deadly Premonition me pegou de forma inesperada. O resultado dessa surpresa foram esses parágrafos, que foi uma forma de eu reconhecer que não sabia explicar exatamente por que eu tinha gostado tanto do jogo. Eu tenho minhas dúvidas de que admitir isso seria mais tão conflitante hoje em dia, porém, por causa do lançamento recente da edição Director’s Cut do título, achei que seria interessante republicar o texto como ele era, feito pouco depois da chegada original de Deadly Premonition ao ocidente. Por conta disso, as mudanças encontradas na versão Director’s Cut, como controles e gráficos melhorados, não são levadas em conta aqui. Ainda assim, aquilo que faz Deadly Premonition especial deve permanecer inalterado, e espero ter conseguido, pelo menos um pouco, mostrar o porque dele merecer atenção.
Antes de mais nada, quero deixar algo claro: Deadly Premonition é um jogo de baixo orçamento que pode facilmente afastar muitos jogadores. Seus gráficos são antiquados, algumas texturas têm uma resolução tão baixa que o farão pensar que sofre de miopia, alguns de seus efeitos sonoros parecem ter sido retirados de desenhos animados da década de 80, além de muitos outros pequenos problemas difíceis de serem enumerados. E, ainda assim, este é um dos títulos mais interessantes que já tive a oportunidade de jogar; um que me manteve intrigado e instigado por toda sua duração, que me fez rir alto em diversos momentos, que me mostrou alguns dos personagens mais interessantes e bem construídos que essa mídia já apresentou e que me fez mais de uma vez tremer de emoção em seus acontecimentos.
“What’s Dylan Grillin’?” talvez seja a resposta para uma pergunta jamais feita
05/10/2013 | Erik Gustavo | 5 Comments“Por que Bob Dylan ainda não estrelou seu próprio jogo de videogame?” é uma pergunta que normalmente não é feita, mas são exatamente essas perguntas que merecem ser respondidas primeiro. Como tudo na vida.
“What’s Dylan Grillin’?” é uma experiência … Read More
O PlayStation 3 agora é produzido no Brasil
05/08/2013 | Heitor De Paola | 5 CommentsEm uma coletiva realizada nesta quarta-feira (7), em São Paulo, a Sony anunciou que começou, há alguns dias, a produção do PlayStation 3 em território nacional. Apesar de Mark Stanley, gerente geral da Sony Computer Entertainment na América Latina, ter conduzido a maior parte da apresentação, Andrew House, presidente-executivo da Sony Computer Entertainment, e Jack Tretton, president e CEO da SCEA, também estavam presentes na coletiva.
Fez ainda é cativante
05/05/2013 | Gus Lanzetta | 11 CommentsMais de um ano depois de eu ter me perdido inúmeras vezes e sem nenhum desgosto em Fez, cá estava eu novamente explorando o mundo do jogo, obsessivamente anotando direções (direita, direita, esquerda, direita, esquerda, esquerda, esquerda, direita) na minha mão enquanto a noite de domingo se esvaia em um quarto de hotel em uma ilha qualquer (Florianópolis). Read More
Alguns conselhos para você seguir caso esteja decidido a jogar Zeno Clash II
05/04/2013 | Heitor De Paola | 3 CommentsEu ainda não sei exatamente como me sinto em relação a Zeno Clash II, porém de algo tenho certeza. A Ace Team faltou com polimento em certos aspectos, o que torna difícil lidar com o jogo no começo. Essas faltas são coisas básicas, como um tutorial incompleto que não o ensina como subir de nível. Por causa disso, se você já tem certeza de que quer jogar Zeno Clash II, seguem aqui alguns conselhos que irão te ajudar a se sentir menos perdido no início da aventura:
Gears of War: Judgment, se você vai tentar, vá até o fim
05/02/2013 | Heitor De Paola | One CommentGears of War: Judgment tinha a oportunidade que nenhum outro jogo da franquia teve. Com a série principal terminada, Judgment, que é um adendo à trama, poderia se desgarrar dos padrões vistos anteriormente e criar algo novo, interessante, sem que com isso perdesse a essência que define um Gears of War.
Ridiculous Fishing, como assistir Pesca e Cia. à espera de Dragon Ball
04/12/2013 | Heitor De Paola | 7 CommentsAlguns não devem saber disso, mas houve um tempo em que bons desenhos animados só eram acessíveis através da televisão aberta. A maioria deles só passava de manhã e não tínhamos nenhum controle sobre o que estávamos prestes a assistir. Episódios se repetiam sem lógica aparente, séries desapareciam do dia para a noite e se você estudava no período matutino sua única chance de conseguir ver algo era sabendo operar um videocassete.
Um desses desenhos era Dragon Ball – o primeiro mesmo, com o Goku criança. E, não importa como fosse, você não queria perder Dragon Ball.
A trilha de Banjo-Kazooie que você sempre desejou pode ser sua pelo preço que você quiser
04/03/2013 | Heitor De Paola | One CommentEu te desafio a ouvir a trilha de Treasure Trove Cove, a segunda fase de Banjo-Kazooie, sem que um sorriso involuntário brote em seu rosto.
Bioshock Infinite, um jogo melhor com menos frescor
03/28/2013 | Heitor De Paola | 9 CommentsLembrar agora da incredulidade que muitos de nós sentimos ao ouvirmos pela primeira vez sobre Bioshock Infinite chega a ser hilária. A impressão na época era de que não fazia sentido haver um outro jogo com o título de Bioshock, dado o quão redondo o primeiro título havia sido. O próprio Bioshock 2 havia sido visto com olhos não tão convidativos por ser apenas um adendo aos eventos de Rapture, sem grande relevância. Agora, tendo jogado Infinite, está claro que este jogo não poderia se chamar qualquer outra coisa que não Bioshock. A justificativa está no estilo da narrativa, no modo como ela é construída e nos conceitos que ela explora. Bioshock Infinite não é só, sem dúvidas, um Bioshock, como é também um Bioshock muito melhor do que o primeiro Bioshock foi, mesmo que não tenha o mesmo frescor que o aquele que abriu a série tinha.
O novo SimCity não possui desafio e eu tenho como provar isso
03/22/2013 | Heitor De Paola | 10 CommentsUma das coisas que me incomodou no novo SimCity foi a absoluta ausência de desafio no título de simulação de cidades da Maxis. Mesmo com uma administração péssima e com decisões questionáveis, minhas metrópoles prosperaram sem problemas e minha renda nunca saía do verde. Essa experiência é bastante diferente daquela que me lembrava de ter com SimCity 2000, jogo em que eu normalmente ia à falência mais rápido do que você consegue dizer “os servidores não estão funcionando”.
SimCity, como praticar jardinagem em uma cooperativa
03/15/2013 | Heitor De Paola | 4 CommentsOs jogos ditos sociais e muitos dos que se baseiam em microtransações, apesar de certas exceções, têm em seu cerne uma engrenagem principal, sem a qual eles não funcionariam: vício.
Uso vício por falta de uma palavra mais apropriada, pois é claro que não há como comparar o prender-se a um jogo com uma dependência química. Ainda assim, vício é aquela que melhor se encaixa para explicar o que títulos como FarmVille e CityVille provocam nos jogadores. Toda sua estrutura se baseia em fazer com que estejamos pensando apenas no próximo passo, naquilo que está por vir, sem que aproveitemos aquilo que acabou de ser conseguido que, bem da verdade, dificilmente poderíamos dado o quão vazias as conquistas nesses jogos são.
Diferente de seus predecessores, essa estrutura criada em torno do vício é a presente no novo SimCity.
DmC Devil May Cry, talento e formosura
03/05/2013 | Heitor De Paola | 5 CommentsTendo como base os trabalhos passados da Ninja Theory, é possível dizer que Devil May Cry era a antítese do estúdio. O hack and slash da Capcom (com exceção de seu segundo capítulo, que é melhor se esquecido) sempre foi sobre mecânicas boas e refinadas, enquanto aspectos da história e seus personagens eram relegados a um segundo plano. Dante até era uma figura legal, mas é difícil atribuir qualquer característica mais profunda a ele, assim como a Trish, Lady e Vergil, figuras que cruzaram seu caminho. Read More
Nigel e o SimAnt Imaginário
03/05/2013 | Gus Lanzetta | 4 CommentsE agora, Nigel Goodman interrompe a realidade por alguns instantes para que possamos lhe trazer essa reportagem direto da mente do comediante.
Se eu estou empolgado? Estou. Estou empolgado com o futuro. Read More
Acompanhe conosco as peripécias da coletiva de hoje da Sony
02/20/2013 | Heitor De Paola | 23 CommentsEm breve, às 20h de Brasília, terá início uma coletiva da Sony na qual, ao que tudo indica, ocorrerá o anúncio de um novo console.
Live streaming by Ustream
Acompanhe conosco os acontecimentos desse evento, enquanto eu, Erik e … Read More
Depression Quest, porque falar sobre depressão não é fácil
02/19/2013 | Heitor De Paola | 12 CommentsFalar sobre depressão não é fácil.
Quando comecei a pensar sobre como explicar Depression Quest, minha primeira ideia foi a de correlacionar aquilo mostrado pelo jogo com experiências pessoais, na esperança de deixar claro por que ele é impactante. Poucas palavras depois, eu relia o que tinha escrito e me sentia um tolo. Eu não tenho o menor problema em aparecer na internet dançando feito um idiota, mas algo me impede de expor quase qualquer detalhe dessa questão. É uma espécie de regra.
Opinião Lek: The Cave, muito charmoso, muito chato
02/05/2013 | Heitor De Paola | 4 CommentsRon Gilbert entende de charme em jogos. Um dos idealizadores de Monkey Island e outros jogos da era clássica da LucasArts, as narrativas de Gilbert contêm a dose correta de seriedade, suficiente para que nos importemos com aquele mundo e seus personagens, e de humor baseado no absurdo, para que nos lembremos que nada nunca deve ser levado completamente a sério.
Os dez jogos (e outras coisas mais) que o Heitor mais gostou em 2012
01/30/2013 | Heitor De Paola | 11 CommentsPensar nos dez jogos que mais gostei em 2012 foi um processo diferente dos outros anos. Eu não tive problema nenhum em saber quais os cinco títulos que mais me fascinaram, mas a partir daí foi difícil diferenciar quais os jogos que foram mais interessantes. Eu não acho que 2012 tenha sido um mau ano para videogames, mas quando lembro de títulos que carregavam consigo certa expectativa, como Borderlands 2, Mass Effect 3 e Max Payne 3, vejo que, apesar de possuírem qualidade, não consegui ligar muito para eles, e não demorou para que os esquecesse.
Esse fim de semana tem! – Audiotronik responde suas dúvidas na Campus Party
01/30/2013 | Gus Lanzetta | 11 CommentsMOTHAFUCKAS BETTA RECOGNIZE!
O Audiotronik (maior podcast do Lektronik) fará uma especialíssima apresentação ao vivo na Campus Party 2013 neste sábado (02) às 17h no Cubo de Conteúdo (no stand da Vivo). Pra quem não sabe, essa é a área gratuita da CP, então todos vocês que estão lendo isso podem ir nos assistir. Read More
Negligência médica e máquinas de pegar bichinhos de pelúcia se juntam em Surgeon Simulator 2013
01/29/2013 | Gus Lanzetta | 4 CommentsEssas competições de desenvolvimento de games chamadas gamejams têm rendido frutos interessantes nos últimos tempo e o mais recente a cruzar minha timeline do twitter é Surgeon Simulator 2013. Read More
Caso você esteja passando por um dia difícil
01/20/2013 | Erik Gustavo | 16 CommentsCaso você esteja passando por um dia difícil, você sempre pode abrir essa página e olhar esse desenho que o Leandro Sakami fez do Heitor.
Aposto que o seu dia já está mais bonito.





